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Porque toda família merece proteção

Aqui você encontrará informações sobre a ABRAFH e conhecerá a nossa história. Em breve, nosso site estará completamente reformulado, com conteúdos exclusivos, agenda de eventos e discussões a respeito do estatuto da família, adoção, inseminação e muitos outros assuntos.


Sobre a ABRAFH

A ABRAFH surgiu da reunião e organização de grupos de famílias homoafetivas originalmente integrados via Facebook. Hoje os grupos reúnem cerca de 400 membros LGBTI entre gays, lésbicas, travestis e transgêneros de todo o Brasil que têm filhos ou que pretendem tê-los. Já foi realizado um primeiro encontro nacional onde compareceram cerca de 40 famílias. A união dessas pessoas se deu por uma razão natural: a necessidade de troca de experiências e busca por direitos e proteção das crianças filhas da comunidade homoafetiva. Nos grupos virtuais, surgem questões como: "como faço para registrar meu filho em nome de suas duas mães?" ou "Seu filho sofre preconceito na escola?" ou ainda "Como devo fazer para adotar uma criança com meu parceiro?”. A troca é sempre muito positiva e as famílias ali reunidas ficam gratificadas, se sentindo acolhidas com a possibilidade de mostrar aos seus filhos famílias semelhantes às suas. No entanto, como simples espaço de troca, o grupo de famílias não teria força política para efetivamente reivindicar os direitos e o bem-estar das crianças.

Com o intuito de se fazer representar politicamente, foi organizada, em dezembro de 2013, uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado para discutir as "Novas Famílias”, organizada por Marília Serra (servidora pública e mãe em família homoafetiva), que estabeleceu o primeiro contato com a CDH do Senado Federal, presidida na ocasião pela Senadora Ana Rita (PT-ES). A audiência contou com as presenças de Laura Castro (produtora cultural e mãe em família homoafetiva), Cristina Lerosa (empresária e mãe em família homoafetiva), Dra. Maria Berenice Dias (advogada especializada em direito homoafetivo), Luciano Mariz Maia (MPF), Senadora Ana Rita e Gustavo Bernardes (SDH). A partir desse encontro, diversas questões práticas foram levantadas e, para que continuar avançando nas discussões, nasceu a ABRAFH.


Nossos Pilares

Neste primeiro momento, organizamos nossas metas em três pilares fundamentais para garantir adesão, representatividade e orientação para as famílias homoafetivas.

Divulgação da ABRAFH em campanha nacional nas redes sociais com os seguintes objetivos:

  • • Sensibilizar a população de um modo geral sobre a questão das famílias homoafetivas;
  • • Buscar a adesão de novas famílias e, assim, mapear as famílias homoafetivas das cinco regiões brasileiras que venham a se cadastrar na ABRAFH. Hoje o censo do IBGE fala em 60.000 famílias. Acreditamos que essa população é muito maior e poderá ser melhor dimensionada, a partir do momento em que as pessoas forem encorajadas a se declararem, percebendo que pode haver benefícios maiores do que os riscos decorrentes do preconceito.

Orientação e apoio psicológico para escolas e famílias homoafetivas, a partir das ações:

  • • Implementação de grupos de apoio psicológico para famílias homoafetivas, a exemplo do que ocorre no Instituto NOOS - RJ. Trata-se de uma troca de experiências, dúvidas e angústias, assistida por profissionais - terapeutas sistêmicos, psicólogos e psiquiatras - para fortalecer as famílias homoafetivas a tomarem suas decisões com segurança emocional. Isso reflete diretamente no bem-estar da família e das crianças - se os pais e mães têm a segurança de que está tudo bem em sua configuração familiar, a criança também terá mais segurança.
  • • Implementação de grupos de orientação psicológica em escolas públicas para que coordenadores e professores estejam preparados para lidar com a pluralidade existente nas famílias contemporâneas.

Incentivar propostas artísticas que promovam a visibilidade positiva da família homoafetiva.

  • • O preconceito surge do que não se conhece. Se a arte retrata e espelha as diferentes configurações de famílias, o tema é desmistificado e o público pode mudar sua percepção. Assim, dá-se um passo fundamental em direção ao respeito e à harmonia.
A partir desses três pilares, formaremos uma sólida base, capaz de refletir as demandas das famílias homoafetivas e, assim, garantir o bem-estar e o pleno direito das crianças oriundas dessas configurações familiares. Muito ainda precisa ser feito. O preconceito a combater é grande. Juridicamente há muitos desafios pela frente, sendo possivelmente o primeiro, o registro das crianças nascidas da união homoparental. A associação conta com um forte aconselhamento jurídico. Sabemos da importância deste movimento em prol de milhares de famílias.

Jurisprudência

Veja o maior acervo de jurusprudência sobre o tema, no site

Direito Homoafetivo

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Repúdio

Com o intuito de se fazer representar politicamente, foi organizada, em dezembro de 2013, uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado para discutir as "Novas Famílias”, organizada por Marília Serra (servidora pública e mãe em família homoafetiva), que estabeleceu o primeiro contato com a CDH do Senado Federal, presidida na ocasião pela Senadora Ana Rita (PT-ES). A audiência contou com as presenças de Laura Castro (produtora cultural e mãe em família homoafetiva), Cristina Lerosa (empresária e mãe em família homoafetiva), Dra. Maria Berenice Dias (advogada especializada em direito homoafetivo), Luciano Mariz Maia (MPF), Senadora Ana Rita e Gustavo Bernardes (SDH). A partir desse encontro, diversas questões práticas foram levantadas e, para que continuar avançando nas discussões, nasceu a ABRAFH.